• Carol Salgado

Empreendedorismo: Dores e Delícias - Parte I

Por Alê Teles


Se procurarmos uma definição literal, Empreendedorismo “é a iniciativa de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes normalmente envolvendo inovações e riscos”. Então, só para começar certo, empreender não se limita a abrir uma empresa, tem muita gente empreendendo onde já trabalha.

Vou contar minha história: quando decidi empreender no sentido de trabalhar para mim. Passei por um momento muito desafiador de saúde em 2018 e 2019. Depois de minha recuperação, minha chave virou. Eu sentia um “trem” dentro de mim, queria mudar a vida já que tive uma segunda chance. Muita energia concentrada, uma inquietude sem fim, tipo mola encolhida.

Montar um negócio, seja por necessidade e/ou vontade, requer muita coragem e esforço. Aquela imagem romantizada de ter horário flexível, fazendo o que gosta e ainda ser remunerado pode até ser verdadeira, mas adianto que tem um caminho bem pedregoso com curvas fechadas e tempestades.

Um empreendimento exige clareza do que vai ofertar, conhecimento do público-alvo e muita dedicação. Não se chega do ponto A até o ponto B em um passe de mágica, tem muita ralação no meio do caminho. De onde parti? Do propósito de inspirar mudanças por meio do conhecimento. No meu caso, especificamente, eu dei uma volta ao mundo até chegar no meu produto final que é a mentoria para líderes. Antes disso bati muita cabeça, errei muito e aprendi que o erro faz parte do processo. Dói, mas passa.

O que é preciso para empreender:

Um propósito – Você veio ao mundo para oferecer o quê?

Autoconhecimento – Saber suas limitações, seus pontos fortes e onde precisa melhorar.

Autorresponsabilidade – Se quer, então seja responsável pelos seus atos.

Clareza – Comigo a clareza veio com o tempo e muito laboratório. Sempre soube a direção: educação, replicar o que aprendi ao longo da minha jornada profissional.

Coragem – Empreendedorismo não é fácil. Você pode demorar anos para ser reconhecido por algo um dia.

Fé – Não foi um, nem dois e acredito que ainda haverá muitos dias que só a fé para não me deixar desistir. É colocar o pé e acreditar que Deus colocará o chão.

Foco – Sou daquelas que perde a concentração com uma mosca voando e criei formas para não dispersar tanto. Trabalhar focado é entregar-se 100% no que se propôs a fazer.

Gestão de Tempo – o tempo... Esse é o recurso mais precioso que temos na vida, não só no empreendedorismo. Utilize-o com sabedoria.

Metas a curto, médio e longo prazo – “Para quem não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve”. Estabeleça seus objetivos e coloque bem visível para não esquecer.

Planejamento – aqui estamos falando de 50% do sucesso. Sem planejamento, pode até dar certo, mas certamente será mais difícil.

Persistência – A construção de um legado se faz dia a dia.

Reserva Financeira – É ela que te dá suporte. Confesso que errei na minha projeção de receitas, mas tive que me adequar ao que tinha no momento. Se não tem receita suficiente, ajuste suas despesas até equacionar a relação.

Rede de apoio – f.u.n.d.a.m.e.n.t.a.l. É sua rede que ajuda na prospecção, nas ideias, nos ajustes e principalmente, quando se perder no meio do caminho.

Resiliência – Passar pelo desafio e se recuperar.

No próximo texto, vou contar mais sobre essa jornada desafiadora, mas muito gratificante.


Alê Teles

WhatsApp - https://api.whatsapp.com/send/?phone=5531991711157HYPERLINK "https://api.whatsapp.com/send/?phone=5531991711157&text&app_absent=0"&


Instagram - https://www.instagram.com/alessandrateles/?hl=pt-br


LinkedIn - www.linkedin.com/in/alessandrateles